Mensalmente serão apresentadas, e actualizadas, aqui as seguintes estatísticas:

Taxa de incidência acumulada desde Março de 2020, até ao final do mês mais recente, por grupo etário e na população portuguesa, tendo como unidade os casos positivos no grupo etário (ou população) por 1.000 habitantes desse grupo etário (ou população), i.e., uma permilagem (‰).

Taxa de incidência no último mês (neste caso, Janeiro de 2021) por grupo etário e para a população portuguesa, tendo como unidade os casos positivos no grupo etário (ou população) por 1.000 habitantes desse grupo etário (ou população), i.e., uma permilagem (‰).

Taxa de incidência em cada mês na população portuguesa, tendo como unidade os casos positivos totais por 1.000 habitantes, i.e., uma permilagem (‰).

Taxa de incidência em cada mês para cada um dos nove grupos etários, tendo como unidade os casos positivos no grupo etário por 1.000 habitantes desse grupo etário, i.e., uma permilagem (‰).

Taxa de letalidade acumulada desde Março de 2020, até ao final do mês mais recente, por grupo etário e na população portuguesa, tendo como unidade os óbitos por covid no grupo etário (ou população) em cada 100 casos positivos desse grupo etário (ou população), i.e., uma percentagem (%).

Taxa de letalidade acumulada no último mês (neste caso, Janeiro de 2021) por grupo etário e na população portuguesa, tendo como unidade os óbitos por covid no grupo etário (ou população) em cada 100 casos positivos desse grupo etário (ou população), i.e., uma percentagem (%).

Evolução da taxa de letalidade acumulada em cada mês na população portuguesa, tendo como unidade os óbitos totais por covid em 100 casos positivos, i.e., uma percentagem (%).

Evolução da taxa de letalidade acumulada em cada mês para cada um dos nove grupos etários, tendo como unidade os óbitos por covid no grupo etário em cada 100 casos positivos desse grupo etário, i.e., uma percentagem (%).

Taxa de mortalidade por covid desde Março de 2020, até ao final do mês mais recente, por grupo etário e na população portuguesa, tendo como unidade os óbitos por covid no grupo etário (ou população) em cada 1.000 habitantes desse grupo etário (ou população), i.e., uma permilagem (‰).

Taxa de mortalidade por covid no último mês (neste caso, Janeiro de 2021) por grupo etário e na população portuguesa, tendo como unidade os óbitos por covid no grupo etário (ou população) em cada 1.000 habitantes desse grupo etário (ou população), i.e., uma permilagem (‰).

Taxa de mortalidade em cada mês na população portuguesa, tendo como unidade os óbitos por covid em 1.000 habitantes, i.e., uma permilagem (‰).Taxa de mortalidade em cada mês para cada um dos nove grupos etários, tendo como unidade os óbitos por covid no grupo etário em cada 1.000 habitantes desse grupo etário, i.e., uma permilagem (‰).

Para o cálculo destas taxas foram utilizadas estimativas do Instituto Nacional de Estatística da população portuguesa em 2019, por grupo etário.

 A taxa de incidência é uma forma mais adequada de observar a efectiva incidência (casos positivos) nos diversos grupos etários, uma vez que não são, obviamente, homogéneos. Por exemplo, o grupo dos maiores de 80 anos representam 6,5% da população (668.660 habitantes), enquanto o grupo dos 30-39 anos engloba 12,2% (1.250.448 habitantes). Assim, apesar de, até finais de Janeiro de 2021, se contabilizarem 59.043 casos positivos no grupo mais idoso e 105.309 casos positivos no grupo dos 30-39 anos, a taxa de incidência é, respectivamente, de 88,3‰ e 84,2‰. Assim, utilizar-se a frequência relativa de casos positivos em cada grupo etário, em relação ao total, cria profundos enviesamentos, parecendo-nos errado.

Optou-se por usar a percentagem (%) como unidade da taxa de letalidade e a permilagem como unidade da taxa de mortalidade (‰), por serem estas as unidades mais comummente usadas em análises demográficas. Porém, para transformar uma percentagem em permilagem bastará multiplicar o valor por 10; e para transformar uma permilagem em percentagem deve dividir-se o valor por 10.

No caso da taxa de letalidade por grupos optou-se por apresentar a evolução em termos acumulados, i.e., considerou-se mais adequado apresentar uma evolução da taxa acumulada no final de cada mês – portanto, englobando todos os meses anteriores – em vez de mostrar o valor em cada mês. Nessa medida, consegue atenuar o desfasamento temporal entre os casos positivos (e infecções graves) e a ocorrência dos óbitos.Nesta secção não será realizada qualquer interpretação dos cálculos, sem prejuízo da sua análise quer na secção Perquirições quer na subsecção Vértebras dentro da secção Com Vida.

Fonte: INE (estimativas da população em 2019) e DGS (boletins diários da covid-19).

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