Pedro Almeida Vieira | Economista e Engenheiro Biofisico

Pedro Almeida Vieira

O Polígrafo, como sabem, é uma chafarica de fact checking detida por um senhor chamado Fernando Esteves que em tempos recebeu cerca de 20 mil euros para escrever um livro sobre hepatite para um centro hospitalar de Lisboa mas que nunca o escreveu e nem o seu nome consta na ficha técnica.

O Polígrafo é também, como disse há dias, um sítio frequentado por pessoas com sérias dificuldades na Matemática, porquanto a sua editora, a jornalista Cláudia Arsénio, nem sequer sabe que o número 118 é maior que o número 112.

O Polígrafo é também, como se sabe, o playground do menino Gustavo Sampaio que, enquanto não lança boatos nas redes sociais, busca incessantemente textos que possam conter erros e parte daí para bater uma teclas deturpando realidades.

O caso da Suécia é paradigmático; é um caso clínico.

O Polígrafo e seus muchachos têm uma obsessão doentia pela Suécia e não perdem oportunidade de escolher textos com imprecisões ou erros para, a partir daí, atacaram a estratégia daquele país, manipulando evidências.

O objectivo é claro, mas deontologicamente deplorável: transmitir a falsa ideia de que todas as análises sobre a Suécia – um país que cometeu erros iniciais, os soube corrigir, e que tem tido uma estratégia exemplar e profissional na gestão da Saúde Pública nas suas diversas componentes – são erradas ou falsas, e que as restrições ali implementas foram até iguais às de Portugal.

Mas, enfim, isto dura há mais de um ano, e não era agora que a equipa maravilha “Esteves, Sampaio, Arsénio & seus estagiários” ia mudar o seu modus operandi… O Polígrafo tem servido para isto mesmo.

Resta-nos apenas fixar as suas caras para termos hipótese de atravessar a rua se, porventura, os virmos do mesmo lado do nosso passeio. Mas isto aplica-se às ruas da Suécia, porque aqui em Portugal eles usarão certamente máscara na via pública, e assim será mais difícil a identificação…

Link para a “coisa” do senhor Gustavo Sampaio sobre a Suécia

Link para o texto da senhora Cláudia Arsénio onde se mostra que ela não sabe que 118 é maior do que 112:

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